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to trade

01.11.2018 Angola

Criar uma alternativa viável ao sector petrolífero

Apesar do enorme do seu potencial agrícola, Angola importa a grande maioria dos seus bens alimentares.

O Presidente de Angola, João Lourenço fez do desenvolvimento da agricultura uma das suas prioridades, já que apesar do "enorme potencial" agrícola de Angola, o país importa a grande maioria dos seus bens alimentares.

No primeiro dia, da visita de Estado a Portugal, o Presidente angolano foi ao Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária (INIAV) em Lisboa. A visita não aconteceu por acaso e é mais um passo na tentativa de desenvolver o sector agrícola num país cujo potencial para tal é dos maiores em África.
Segundo a opinião de Francisco Gomes da Silva, professor do Instituto Superior de Agricultura, dada ao Jornal Publico, de 23 de novembro de 2018.

Angola tem um conjunto de latitudes que experimenta condições climatéricas diversas o que permite uma gama relativamente alargada de produto.

Na sua primeira deslocação oficial, em 2017, na província de Huambo, deixou a mensagem de que Angola tem de “produzir a comida que precisa”, os angolanos têm de regressar aos campos e acabar com a importação de bens alimentares

Vamos fazer o que está ao nosso alcance para não importar alimentos, porque temos capacidade de produzir comida. Temos de ser nós a produzir a comida que precisamos, bem como exportar e angariar divisas com o excedente”, disse, tendo considerado ainda o desenvolvimento desta área um “imperativo nacional.

Segundo notícia do Publico:  Angola tem 35 milhões de hectares de terras aráveis mas uma superfície cultivada de cinco milhões de hectares. A grande maioria dos bens alimentares consumidos pelos angolanos é importada – algumas estimativas apontam para 90%.